sábado, 12 de novembro de 2011

Resenha do livro Jornalismo Científico - capítulos 4,5,6 e 11

CAPÍTULO 4

Problemas de la presentación de la ciencia al público

No capítulo 4 são abordados alguns obstáculos e dificuldades enfrentadas em áreas como: ciência, comunicação, sociedade e do próprio periodismo científico. O autor revela que problemas envolvendo a ciência e abordam as seguintes questões: extensão e complexidade, aceleração histórica, escuridão na expressão e o conhecimento como problema. Para a comunicação ele ressalta a saturação informativa, o sensacionalismo, a responsabilidade da mídia, a credibilidade e a educação para a comunicação.

Já na sociedade, ele destaca: a lacuna entre a ciência e sociedade, a internacionalização da informação, os interesses do publico e as falsas ciências, e por fim, no periodismo cientifico ele comenta sobre fontes, linguagem, gêneros periodísticos, ética, formação e faz uma abordadem voltada para os científicos e periodistas. O autor diz que estas dificuldades agregam dificuldades sobre os excessos do termo, em todos os setores da vida cotidiana, segundo ele, são notáveis, e possuem frequências insuperáveis, a comunicação pública do conhecimento agrava devido esse tipo de confisco de línguas saber são cada cada vez mais utilizado por pesquisadores especializados em suas respectivas disciplinas, Desenvolver linguagens funcionais que permitem a comunicação generalizada é difícil, porém, sustestiva, e alguns jornalistas têm dedicado uma parte de desta atividade profissional. As publicações cientificas precisam ascender as demais publicações, o problema está na dificuldade de fazer isso facilitando o entendimento de linguagens técnicas e difíceis.

CAPÍTULO 5

El linguaje em la divulgación de la ciencia

O autor afirma que qualquer análise do estilo jornalístico deve ser necessária. Em relação a países de língua espanhola, a manifestação de certo desprezo pelo amor de palavras e preocupação não só por escrever bem, mas para se expressar adequadamente é constante. Ele afirma também, que a desvalorização da linguagem é tão grande como a da moeda. Muitas pessoas maltratam a linguagem, basta ler o que muitas delas escrevem e como escrevem. Um ponto, uma vírgula, uma interrogação, seja como for, tem o poder de mudar todo um contexto.

Segundo o Centro Técnico da SIP há alguns critérios relacionados ao estilo periodísticos que são respectivamente:
- Escrever frases curtas;
- Prefira o simples e não o complicado;
- Preferencia para o concreto e não o abstrato;
- Utilização de palavras comuns;
- Omissão de palavras desnecessárias;
- Usar verbos em voz ativa;
- Escrever de maneira natural.

Essas regras precisam ser aprendidas para melhor entendimento do público em relação à ciência. É importante evitar também, ambiguidades e sempre escrever o texto com clareza e objetividade.

CAPÍTULO 6

La ilustración gráfica en el periodismo cientifico

A fotografia sempre está ligada à ciência. Na conferência de Difusão da Ciência, em Madrid, Werner Duedeler estuda o problema da relação entre texto e ilustrações. Hoje, com uma educação diferente, a parte visual é difícil de conceber a popularização da ciência e da técnica sem o apoio das fotografias, desenhos, computação gráfica e transmissão via satélite.

A imagem é um texto, e essa dimensão deve ser tida em conta a colaboração de estudos e jornalismo ciência de materiais. A análise de imagens de informações que levanta considerações e uma leitura específica da fotografia de imprensa e de imagem de televisão , leva-se s em conta elementos do jornalismo como ferramenta para a ciência da comunicação.

CAPÍTULO 11

La Coluna, el ensayo, el editorial


O capítulo 11 fala sobre os editoriais jornalísticos, comentários e artigos que difundam a ciência. Segundo o autor, todo o artigo, comentário ou nota apresentam um conjunto de reflexões e ideias que se estruturam para formar uma corrente e dessa forma, manter a interação com o leitor.

Há várias maneiras de se escrever um artigo, porém, ele é pessoal e intransferível e está ligado ao jornal em que trabalha e com o seu editor. Já no editorial, a ciência e tecnologia oferecem temas de opinião. Mas na prática, poucas ocasiões em que a ciência passa por editoria, e são poucas informações que podem ser compartilhada a nível nacional.

Faltam comentaristas sobre ciência e tecnologia, como também, em outras especialidades como: política, economia, cultura, esportes, espetáculos, etc. O especialista em política científica Maurice Goldshimith, propõe a crítica termo científico, por analogia com críticos literários ou musical. Segundo ele, é um problema de consciência pública e especialização dos jornalistas em ciência e tecnologia.


Aluna: FABIANE ARAÚJO
JORNALISMO - NOTURNO

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Resenha - Manual de Periodismo Científico

Autor Manuel Calvo

Dione Maycon - 6º semestre noturno - RA: 0919439474

Capítulo 9

     Segundo o autor, a reportagem alcança a grande massa de forma com que seu público tome conhecimento de um determinado fato e também proporciona a vantagem da divulgação de valores étnicos e culturais de determinada região, além de utilizar suas próprias fontes e sentido narrativo. Essa mesma reportagem, de acordo com Manuel Calvo, foca as causas e os acontecimentos e possíveis consequências e estabelece a personalidade dos protagonistas, analisa os detalhes e recria o ambiente em que há de ter acontecido um feito e assim contextualiza a notícia.

     O foco que o repórter deverá seguir para a construção de sua reportagem científica se define em perguntas que além de precisas devem ser tomados os devidos cuidados com as fontes que o autor denomina de “extremos”. Além disso, o repórter deve sempre averiguar a verdade, se há omissão de algum fato e principalmente se há mentiras. As perguntas básicas são:

Ø  Como você sabe?
Ø  Fez estudo?
Ø  Houve uma experiência
Ø  Tem provas?
Ø  Que tipo de estudo que foi feito?
Ø  Havia um plano de pesquisa ou design?
Ø  É um protocolo, ou conjunto de regras?
Ø  Quem disse isso?
Ø  Qual evidência poderia levar a um resultado diferente?
   
     Os passos para a elaboração da reportagem científica se estabelecem em 10 itens, sendo eles:

Ø  Projeto
Ø  Coletar dados
Ø  Classificação e Gestão
Ø  Conclusões
Ø  Finalização
Ø  Observação
Ø  Pesquisa documental
Ø  Entrevistas
Ø  Mapas, gráficos, tabelas e outros recursos
Ø  Estatísticas
    
Capítulo 10

     Neste capítulo, Manuel Calvo destaca que a entrevista é um elemento exclusivo da comunicação social, nela pode-se observar diferentes comportamentos e métodos. Segundo ele a entrevista se difunde em diferentes tipos, como por exemplo, a entrevista de opinião, nela as pessoas que se encaixam na matéria tem determinadas personalidades e opiniões que transmitem um alívio ao jornalista. Outro exemplo é que a notícia é sempre mais importante que o entrevistador, ou seja, o jornalista desaparece por completo quanto à importância do fato. 

     Tem também a entrevista de aparência que é quando ocorre a apresentação da personalidade de um indivíduo, em muitas ocasiões e o descrevendo, por exemplo: descrição física, cultura, qualidades, costumes e os aspectos de seu trabalho. Além desses tipos, ainda tem a entrevista combinada, onde os elementos noticiosos, informativos, educativos e culturais entram em foco e no lugar entra um gênero que transcende uma simples entrevista. Sempre deve-se evitar perguntas desnecessárias.
    
     Uma recomendação importante e que deve ser lembrada é justamente que a entrevista é um gênero extraordinariamente apto para a divulgação da ciência e deve-se sempre, saber perguntar, requer dotes pessoais e preparação sobre o tema proposto.


Capítulo 11

     Segundo o professor César Gonzalez, não há segredo para a produção de um artigo jornalístico, porque o estilo de quem escreve difere individualmente. Porém as características dos artigos tem o mesmo padrão como ser breve, direto e ter no máximo duas ideias.
     
     Neste capítulo, é evidenciada a diferença entre notícia e artigo. Enquanto as notícias, segundo Gonzalez, são o pão nosso de cada dia, o artigo é a sobremesa, ou seja, o complemento. O artigo jornalístico é completo e difícil, porem é passageiro.
     
     Uma boa introdução é essencial para o entendimento de um artigo, pois o mesmo estimula a capacidade de meditação do leitor. De acordo com as recomendações dos manuais e livros de comunicação científica o início deve chamar o leitor a acompanhar a notícia e o fim deverá conter uma surpresa ou até um pouco de humor. A produção de um artigo não se limita há apenas uma norma, ao contrário são diversas porque o gênero é individual e diretamente ligado ao formato do jornal e de quem escreve.


Resenha do livro: Manual de Jornalismo Científico

Por Romilsa Pires

1° capítulo

Ciência, jornalismo e conceitos gerais.

Ciência e Jornalismo são duas palavras que atuam e interferem intensamente na vida das pessoas. Pois, se por um lado, a cada dia a ciência e suas inúmeras aplicações causam mudanças significativas para o contexto da sociedade, da mesma forma o jornalismo delimita suas contribuições como um meio de informação para os cidadãos, entendendo a informação como imprescindível à geração de conhecimento. Com isso, o jornalismo científico consiste em divulgar a ciência através dos meios de comunicação.
O jornalismo científico faz parte de uma ciência. Na primeira dimensão, como uma questão de informação, é uma especialidade do nosso tempo.Como parte da ciência, é inerente à própria função do conhecimento, uma atividade social que parece exigir não apenas a participação na comunidade de pesquisa, mas toda a sociedade.
Hoje o seu caminho para o mundo a convicção de que em uma sociedade cada vez mais dependente do conhecimento tecnológico é extremamente importante ter informação honesta, a ciência crítica e abrangente e Tecnologia.
Nessa perspectiva, percebemos que para o autor, o profissional que produz a informação científica é que determina as diferenças conceituais entre divulgação científica e jornalismo científico, pois, para o mesmo, o jornalismo científico é a expressão geralmente designada aos profissionais da informação (repórteres, editores) que trabalham em veículos especializados.
Ao analisar o status de ciência popular na França e, em seguida, lembrar que a cultura do nosso tempo é completamente marcada pela ciência, Fayard coloca o fenômeno social da divulgação presentes como parte de uma evolução cujo estágio inicial foi o conceito estreito limitada à mera transmissão de mensagens navio supostamente cheia, cientistas, ou seja, os vasos supostamente vazio, ou seja, o público em geral.
Para Fayard, e para alguns de nós, essa abordagem não é adequada para os desafios contemporâneos da comunicação científica aberta.
Tendo jornalismo científico praticado por meio século, tenho uma dupla preocupação para a difusão de conhecimentos populares e para o uso da mídia de massa para enriquecer o indivíduo, para ajudá-la a se tornar uma pessoa mais completa e para tornar mais fácil para ele ou ela para encontrar um lugar em um mundo complexo, desconhecido e em mudança.
A comunicação compartilha mídia com a ciência e educação a função, bonito,instigantes e arriscado de produzir e sistematizar informações e conhecimentos para o público.
As interações sociais desta combinação de fenômenos são ser emocionante e pode promover escolhas para o futuro que estão começando a ser bem considerado e respeitado hoje. Além disso, a informação científica se configura como uma questão essencial para a geração de conhecimento, por isso, o jornalismo científico pode suprir a carência do desconhecimento e da falta de informação do público quanto aos desdobramentos e consequências dos avanços da ciência.


Capitulo 2

Objetivos e funções da divulgação da ciência.

Tanto o conhecimento público quanto o debate democrático da ciência passam a ser, portanto, fundamentais para que possamos entender melhor a forma como a ciência interfere em nossa vida, suas implicações e aplicabilidades efetivas.
A circulação da ciência na sociedade por meio de objetos midiáticos, tais como, por exemplo, jornais, revistas e programas televisivos, pode nos ajudar a entender princípios e dogmas científicos.
Na modernidade, a produção e a circulação de informações e conhecimentos se ampliaram em larga escala. Juntamente com a produção e a circulação, surgiram variadas expressões e concepções para designar o processo de circulação de informações de ciência e tecnologia, tais como, disseminação, comunicação, divulgação, jornalismo científico, popularização, e etc.
Para ser jornalismo científico é preciso, em principio, manter uma conformidade com os procedimentos rotineiros praticados na área jornalística. O contato com as fontes, a obtenção e checagem das informações, a formatação do noticioso e o emprego de um vocabulário de fácil compreensão são algumas das tarefas de qualquer jornalista.
A apropriação dos gêneros estabelecidos em uma comunidade ou rede social se processa mediante a observação das regras que regem as relações e o modo de vida de um grupo social. A identificação das regras de cada comunidade ou “rede sócia retórica”.
Na visão conservadora, a popularização da ciência é apresentada em artigos científicos numa linguagem mais simples e acessível ao público leigo.
O jornalista científico ou o divulgador é percebido como um simplificador e transmissor da luz do conhecimento científico para um vulgo que não sabee não entende e vive, então, na “obscuridade”.
A popularização da ciência para o “público leigo” é, então, uma operação de simplificação em que, no caminho entre a ciência e a cabeça das pessoas algumas informações são sacrificadas ou perdidas, em função da banalização operada pelo comunicador ou por uma parcial incompreensão devido às falhas culturais do receptor.
Desta forma a divulgação científica contempla o próprio jornalismo científico que pode ser compreendido como um caso particular da mesma, uma forma de divulgação sedimentada em padrões estabelecidos como próprios do jornalismo.

Capitulo 17

Ciência popular e uma sociedade tecnológica

A importância dada à popularização da ciência ampliou-se consideravelmente nos últimos anos. As iniciativas de divulgação científica parecem, no entanto, estar hoje menos associadas a um sentido "estético" antes prevalecente, qual seja a revelação aos não iniciados da beleza e do mistério do mundo natural, para tornarem-se mais associadas a valores e motivações políticas e econômicas.
Existem, entretanto, diferentes interpretações sobre as razões que levaram recentemente à expansão dessas iniciativas.
Por um lado, há o argumento que põe ênfase no caráter transformador das atividades de divulgação da ciência e tecnologia, ou seja, no apelo à participação social nelas contida, particularmente o incentivo à participação no processo decisório relativo ao desenvolvimento da ciência e suas aplicações.
O mesmo autor lembra ainda que, mais importante do que popularizar o conteúdo científico em si, ou os métodos e processos científicos, é informar a sociedade sobre os mecanismos institucionais relacionados com o controle, o financiamento e a organização da ciência.
A perda de prestígio e de apoio público à ciência foi também interpretada porboa parcela da comunidade científicacomo sendo uma consequência da faltade compreensão social sobre essaatividade, originando, assim, um esforço pelo "renascimento" de ações voltadas para ampliar a familiarização social com a atividade científica.
Nesta nova perspectiva, a divulgação da ciência e da tecnológica surge como importante ferramenta educativa. Inserida no âmbito social através de uma ampla gama de meios de comunicação, faculta a si própria à possibilidade de atingir os mais diversos públicos, além da capacidade de fomentar neste público a devida reflexão sobre os impactos sociais da Ciência. Desta feita, a divulgação se coloca no contexto da educação científica e tecnológica, e alia-se ao ensino formal na construção de uma sociedade alfabetizada científica e tecnologicamente, capaz de refletir criticamente e atuar a respeito dos assuntos em seu contexto.
No entanto,a ciência deve ser entendida como uma ferramenta essencial para qualquer sociedade. Assim sendo, a compreensão das perspectivas dos avanços científicos é primordial para toda a Humanidade.


POR ROMILSA PIRES.
RA: 0991025227
Faculdade Anhanguera de Brasília, Jornalismo turno matutino.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Resenha do livro: Manual de Jornalismo Científico


Capítulo 5 - Linguagem na divulgação da ciência

1-   Comprometimento da linguagem

O autor afirma que qualquer análise do estilo jornalístico deve ser necessária. Em relação a países de língua espanhola, a manifestação de certo desprezo pelo amor de palavras e preocupação não só por escrever bem, mas para se expressar adequadamente é constante.
O nosso patrimônio é nossa linguagem e não podemos negá-la a ninguém!
Afirma o autor que a desvalorização da linguagem é tão grande como a da moeda. Muitas pessoas maltratam a linguagem, basta ler o que muitas delas escrevem e como escrevem. Um ponto, uma vírgula, uma interrogação, seja como for, tem o poder de mudar todo um contexto.
Grandes escritores têm expressado suas queixas e protestos sobre seus respectivos idiomas. No nosso século, e fora da Espanha, um dos mais constantes é: Ernest Junger. Ele afirma que o pretexto de a linguagem simples facilitar a comunicação, acaba roubando a originalidade da linguagem, o que acaba por deixar o vocabulário pobre.

2-   As palavras e a língua

A coisa mais grandiosa foi à criação da palavra. Porém os escritores e jornalistas devem usar palavras que não são complicadas. Eles são obrigados a escrever de forma que o “público” entenda e não da maneira que eles gostariam de se expressar.
O autor afirma que o jornalista tem forte poder sobre a sociedade e por estas razões, deve-se ter o extremo cuidado com um relatório científico. Palavras erradas podem mudar todo o significado do contexto.

3-   Objetivos atuais

1-     Expressar-se oralmente e por escrito através de discursos coerentes, criativos para as diversas situações de comunicação e para as diferentes finalidades comunicativas.
2-     Entender discursos orais e escritos científicos, culturais e técnicos. Atendendo as fragilidades comunicativas de cada um.
3-     Observar a situação lingüística, da Espanha e do mundo, estudar as relações entre as diversas línguas.
4-     Utilizar e avaliar a linguagem sejam oral ou escrita, como meio de comunicação interpessoal.
5-     Refletir sobre os distintos componentes da língua, fonológica, morfossintática e textual.
6-     Interpretar e avaliar de forma crítica, obras literárias, identificando os elementos que compõe sua natureza artística, descobrindo nelas o uso criativo da língua, relacionados com sua tradicional cultura. Reconhecendo as condições sociais de sua produção e recepção.

4-   Normas básicas

Há algumas regras de caráter geral, que precisam ser aprendidas, para maior compreensão da linguagem da ciência para com o público. O autor afirma que é preciso buscar uma compreensão geral. Tomar cuidado com a ambigüidade e as redundâncias, pois algumas vezes distorcem a originalidade do texto científico. Devemos deixar o texto o mais “claro” possível.
  
Estes critérios são de jornalistas experientes, coletados pelo Centro Técnico SIP.
·         Escreva frases curtas
·         Prefira o simples e não o complicado.
·         Prefira o concreto, e descarte o abstrato
·         Usar palavras comuns
·         Omitir palavras desnecessárias
·         Usar verbos ativos
·         Escrever com simplicidade e naturalidade

5-   Orientações para a divulgação

Quando o trabalho de divulgação científica não é feito por um jornalista, este deve cumprir os requisitos exigidos geralmente na mídia.
Prestar atenção no nível dos receptores, que muitas vezes são cientistas, pessoas cultivadas, que variam segundo o país e a sociedade.
      
6 - Recursos para escrever sobre ciência

Há alguns termos que podem sempre deixar o receptor confuso quanto ao texto científico.
Que podem ser: Analogia, metáfora, paradoxo, transposição e paráfrase.





Capítulo 8 - A informação científica

Cada cultura e cada sistema social determinam em cada momento histórico, o que é realmente informar, desde seus específicos pontos de referência.
Esse capítulo procura mostrar à importância na estrutura do texto científico. A informação é um conjunto de novidades, e tem ser tratada com cuidado. Uma forma de exploração científica é o que o jornalista escreve. Ele faz a sociedade ficar atenta as novidades científicas, bem como a aparição de novos produtos, de informações inéditas, e o avanço da tecnologia, contribuem para o desenvolvimento da informação. Muitos textos científicos acabam trazendo a notícia principal destorcida ou de difícil entendimento. As notícias sobre ciência, medicina e saúde, devem seguir algumas missões, como: afirmar com claridade sobre os avanços científicos, e os diagnósticos no tratamento.

Na segunda metade do século XX, houve o crescimento do jornalismo científico nos países industrializados, foi à energia nuclear que abriu o panorama da divulgação científica na mídia. Foi ai que entrou o interesse pela biologia, ecologia e energia, que são assuntos que interessam ao público que levantam a popularização do texto científico.

O autor afirma que a informação sobre a saúde é uma necessidade do nosso tempo. Quanto à ética, Dr. Mahler, que foi por muitos anos, diretor geral da organização Mundial da Saúde, afirma em um relatório sobre as atividades da OMS em 1986 e 1987, que a ética é um imperativo moral, que assegure informações objetivas e válidas sobre todos os aspectos, em um contexto cultural a tal ponto que possam confiar e compreender.

A divulgação biológica e médica se tornaram uma estrela nos meios de comunicação, pois tem a necessidade de saber mais sobre, medicina, “obrigando” assim os jornalistas a deixar claro os leitores, sobre saúde e enfermidades, temas que mais chama atenção das pessoas.



Capítulo 9 – A reportagem e divulgação da ciência

A reportagem é o que faz chegar ao público o conhecimento. Essa é a vantagem da notícia, a possibilidade das pessoas divulgarem sua cultura, sua sensibilidade, suas próprias fontes, seu sentido narrativo e o conhecimento do público.

Em uma reportagem, pretende-se aprofundar as causas e acontecimentos, e saber as possíveis conseqüências de um feito e ou de uma situação, e também analisar os detalhes, apresentar a personalidade dos protagonistas, recriar as circunstancias e o ambiente em que há de ter acontecido o feito, e contextualizar a notícia.

Em geral, alguns autores propõem os seguintes passos para elaboração de uma reportagem científica

·         Projeto
·         Coletar dados
·         Classificação e gestão
·         conclusões
·         finalização
·         observação
·         pesquisa documental
·         entrevistas
·         mapas, gráficos, tabelas e outros recursos gráficos
·         Estatíticas



As perguntas de um repórter devem ser sempre com foco:

Como você sabe? Fez um estudo? Houve uma experiência? Tem provas? Tipo de estudo que foi feito? Havia um plano de pesquisa ou design? É um protocolo, ou conjunto de regras? Quem disse isso? Qual evidencia poderia levar a um resultado diferente? Todas essas perguntas e dezenas de outras devem ser feitas quando o assunto é reportagem científica. Fontes é preciso, os cuidados são extremos.
Deve-se averiguar a verdade, se há omissão de algum fato, e se há mentiras.





Capítulo 10 – A entrevista e a difusão do conhecimento

A entrevista é um elemento exclusivo da comunicação social.
Tipos de entrevista:
Notícias ou informações, onde a notícia é sempre mais importante do que quem está informando, no caso, o jornalista desaparece por completo quando o assunto é importância;
Entrevista de opinião: Com pessoas que se encaixam na matéria, a personalidade e opinião dos entrevistados transmitem alívio ao jornalista;
Aparência: Apresentação da personalidade de um indivíduo, em muitas ocasiões, totalizando: discrição física, costumes, cultura, aspectos pessoais e de seu trabalho.
Entrevista combinada:  Nessa, os elementos noticiosos, informativos, educativos,  culturais e de qualquer outra índole entram em jogo e dão lugar a um gênero que transcende uma simples entrevista. Na entrevista evitam-se perguntas desnecessárias.
Deve-se lembrar que a entrevista é um gênero extraordinariamente apto para a divulgação da ciência.
Saber perguntar, requer dotes pessoais e preparação sobre o tema proposto. 


Aluna: Kelly Soares   RA: 3233549414 - 5º/6º Semestre matutino
            









Resenha do livro: Manual de Jornalismo Científico

CAPITULO 01

Primeiro problema do período científico é o seu próprio nome, sua definição é ambígua, podendo interpretar como uma disciplina a ser estuda ou uma especialização informativa que consiste em divulgar a ciência e tecnologia através dos meios de comunicação de massa.

A comunicação publica da ciência, a divulgação cientifica e o período cientifico, nesta ordem tem sua historia escarmente estudada, no sentido das suas palavras chaves: comunicação, divulgação, ciência e tecnologia.

A comunicação, paradigma da nossa cultura é um conceito equivocado, pois designa a facilidade informativa, mas devia designar também a existência de uma relação plena e satisfatória. Nos últimos anos tem se projetada a comunicação com encontro da cultura. O homem de hoje necessita desse tipo de cultura para compreender o mundo em que vive e para sobreviver a ele.

A expressão “científico” esta relacionada também a institucionalização da atividade cientifica, que se iniciou no ultimo terço do século XIX, depois dos meados do século XX, chegou ao que chamamos hoje de grande ciência, com instrumentos mais potentes e equipes multidisciplinares.

O conceito de comunicação cientifica publica abarca um conjunto de atividades da comunicação que tem contidos divulgadores científicos destinados ao publico não especialista, sem limitar os meios de informação.

CAPITULO 12

Já neste capitulo o autor, conta um pouco sobre a historia do veiculo, mostra a importância que o rádio tem na divulgação da ciência e as vantagens de utilizá-lo.

No inicio a utilização do rádio tinha maior importância, pois era utilizado apenas para reprodução de musicas da época. Mas com a evolução tecnológica o rádio acaba aderindo as melhorias, fazendo assim do rádio algo mais dinâmico, trazendo musicas, noticias, debates e dentre outras dentro da sua diversidade deixando de ser limitada como no inicio da sua criação.

O rádio por incrível que pareça, pode ser um excelente meio de divulgação de ciência e tecnologia, através da sua diversidade e fácil contato do ouvinte com a noticia, por meio de comentários, criticas que o rádio oferece, dos quais a TV não abre esse espaço, acaba facilitando um pouco a ciência dentro do meio de comunicação (rádio).

Ressaltando sempre que o jornalista deve ter domínio sobre o assunto, falar de maneira clara que o ouvinte venha entender, pois a falta de imagem caso o não entenda direito sobre o assunto pode acabar confundindo a mente do ouvinte ou fazendo que ele entenda diferente do que realmente seja. Por tanto levar sempre a noticia de maneira clara e didática, que mesmo sem imagens o ouvinte venha entender a mensagem passada, e que assim a sociedade possa dar mais valor na ciência e tecnologia.

CAPITULO 16

Observamos que o autor coloca a ciência de forma, que o essencial é a observação, analisar e identificar as mudanças de uma forma generalizada e intensa, sendo assim fácil lidar com sua divulgação e usando sempre a democracia dentro da comunicação.

Segundo o autor, jornalismo cientifico precisa obter mais divulgação, estimular que a ciência venha ser observada aos olhos dos leitores de um forma mais clara e não vista de um modo tão complexo e chato quanto, a maioria das pessoas vêem. A ciência desde a educação primaria tem grande perda de valor, pois a educação em si não da muita importância, por isso nos jornalista devemos educar nossa sociedade a conviver mais com os estudos científicos, levando de forma que a sociedade não veja aquele tema de modo como olhava antes.

O capitulo mostra que a falta do valor educacional da ciência e tecnologia, acaba atingido que a sociedade não tenha habito de leitura do tema, pela ausência e má divulgação da ciência.

CAPITULO 17

O objetivo desde capitulo e tentar uma proximação que nos permita alcançar de uma forma limitada e subjetiva desejável, para conseguir tal propósito com relação à nova sociedade tecnológica que estamos entrando, através de mudanças técnicas, econômicas e culturais.

Os meios informativos em geral junto com sistema educativo são chamados a realizar uma gigante instrução prospectiva em uma escala sem precedentes ate agora. Um dos objetivos consiste em informar ao cidadão sobre a grandeza, o risco e servidões do cambio tecnológico. Outro desafio atual do período cientifico consiste em explicar os efeitos da sociedade, da informação e da bio-sociedade.

Um dos objetivos primordial do período cientifico e criar uma consciência publica sobre o valor da ciência a serviço do desenrolar e da compreensão entre as distintas formas culturais.

O período, para servi como uma ponte entre ciência e informação, prestam serviços a sociedade e introduz a opinião publica em dupla direção.

Um dos problemas da nossa era é a educação para o ócio, ele conduz necessariamente a uma sociologia do tempo livre que permita preparar o indivíduo e a sociedade para enfrentar este problema.

O período cientifico é uma especialidade informativa, dos profissionais de comunicação e como atividade complementar importante para cientistas, educadores, escritores, etc.


Jéssica Oliveira RA: 0970466844

Matutino - 6º semestre

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

terça-feira, 8 de novembro de 2011

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Resenha do livro: Manual de Jornalismo Científico - Manuel Calvo Hernando

Capítulo 1


Segundo o livro jornalismo científico conceito e generalidades do autor Manuel Calvo Hernando, um dos primeiros problemas que o jornalismo cientifico enfrenta é o próprio nome. Isso por que várias pessoas interpretam-no como nome de uma disciplina que estuda o jornalismo sendo um conjunto de tecnologias que tem como objetivo final a informação.
Mas o escritor diz que não se trata somente disto, na verdade é uma especialização informativa que consiste em divulgar a ciência e a tecnologia através dos meios de comunicação. A ideia básica é levar ao público informação científica para atender a exigência social. Trata-se de uma atividade que seleciona, adapta e reformula o conhecimento científico, com o fim de fazer com que tal conhecimento possa ser apropriado a uma determinada comunidade cultural. O jornalismo científico também é considerado uma especialidade informativa do nosso tempo com extraordinárias perspectivas profissionais e com carreira profissional próspera. O jornalismo especializado em ciência tem um papel fundamental para que a população tenha acesso a informações científicas.
Porém é necessário distinguir informação de comunicação. A comunicação é bidirecional (funciona em duas direções, comumente oposta); já a informação é unidirecional e isso possibilita um jornalismo mais interativo. O autor também ressalta a importância dos indivíduos conhecerem a ciência, para que estes não fiquem a mercê da enxurrada de informação que lhes são passadas, e que por vezes não são compreendidas por falta de conhecimento. É necessário entender que o homem necessita de cultura científica para compreender o mundo em que vive e para sobreviver nele. É importante destacar algumas dicas para que se faça um jornalismo científico de qualidade: Primeiro, seja um jornalista que saiba identificar tendências no processo de desenvolvimento da reportagem, e que investigue os fatos e suas consequências. Segundo, busque assuntos que sejam de interesse do leitor. Terceiro, pesquise assuntos da atualidade independentemente do programado e esperado. Quarto, faça um jornalismo que oriente, responda e dê alternativas e direcionamentos ligadas ao fato. E por fim, um jornalismo que transmita informação de qualidade para que a população compreenda as notícias.
Segundo o autor, o medo e a esperança fazem parte do jornalismo científico. Medo do futuro incerto carregado de riscos por causa do presente perigoso que envolve os riscos da energia nuclear, gases tóxicos e a superpopulação. E a esperança no que se refere à cura de várias doenças entre elas o câncer. Esses fatores só reforçam o quão importante é o papel do jornalista científico na divulgação dos avanços na ciência. Isso faz com que a informação faça parte da vida dos cidadãos, contribuindo para o progresso do conhecimento intelectual e científico destes.


Capítulo 2


Neste capítulo Manuel Calvo Hernando ressalta os objetivos e a função da divulgação científica. Para ele a Declaração dos Direitos Humanos descreve a importância da ciência e assegura o direito dos cidadãos de receber informações e se beneficiar das descobertas científicas. O autor acrescenta que o jornalista científico desenvolve três funções:
Informa - além de divulgar a reportagem, o jornalista científico deve estimular a curiosidade no público, divulgando ideias, entre outros.
Interpreta - o jornalista deve buscar fatos do cotidiano para que a população consiga compreender como determinada descoberta pode afetar a vida das pessoas.
Controla - Ele exerce essa função em nome do público, buscando por meio de decisões políticas a implementação das descobertas, para que a sociedade usufrua dos benefícios, melhorando assim a qualidade de vida.
Nesse sentido pode-se afirmar que a função do jornalista científico é transmitir a informação e ajudar o indivíduo a conhecer e utilizar este conhecimento nas várias áreas, promovendo assim o gosto pela inovação. Além disso, é importante dizer que o texto deve ter uma linguagem acessível a todos os públicos, caso contrário a notícia não será compreendida pelas pessoas.
Em suma, pode-se dizer que o objetivo da ciência é promover a educação, para que esta ajude o homem a tomar decisões que sejam relevantes para si, melhorando assim a qualidade de vida dos seres humanos.


Meios de comunicação


É no desenvolvimento dos meios de comunicação e na explosão do conhecimento que se encontra um dos grandes desafios para o jornalismo científico. É necessário que este profissional aproveite as vantagens da multimídia (vídeos, hiperlinks); da linguagem visual (por meio de fotografias e também de infográficos); e utilize a informática para uma comunicação mais eficiente com o receptor. Portanto, um dos maiores desafios para o jornalista científico é saber utilizar os novos meios de comunicação para melhorar a reportagem transmitida. É necessário utilizá-los para captar a atenção do leitor fazendo que ele se interesse e entenda mais sobre a ciência. É importante que o jornalista também descreva as emoções do pesquisador, pois isso interessa o as pessoas, e faz com que o cientista seja mais humano.
Em resumo, existem no jornalismo científico dois objetivos para alcançar: Primeiro promover a ciência e a tecnologia na sociedade para que se desenvolva o conhecimento e com isso melhore a qualidade de vida de todos. Segundo, utilizar os meios de comunicação para difundir as descobertas positivas e negativas relacionadas ao progresso da ciência. Também é necessário utilizar sempre uma linguagem acessível ao público. Sendo que os jornalistas científicos devem buscar a democratização da informação científica e tecnológica, como alternativas para a construção de um mundo melhor.


Capítulo 3


Nesse capítulo o escritor Manuel Calvo Hernando descreve as fontes para o jornalismo científico. Para ele encontrar fontes sérias, confiáveis na ciência é imprescindível, entretanto não é uma tarefa fácil e requer muita experiência com especialistas de vários setores.
Um dos problemas encontrados pelo jornalista científico é dificuldade de encontrar fontes confiáveis, pois este corre o risco de ter sua reportagem manipulada pelo pesquisador. Portanto este profissional da comunicação deve ter um vasto conhecimento para distinguir notícia de propaganda.
As fontes para o jornalismo científico podem ser:
*Agências informativas e de colaborações (são fontes regulares);
*Universidades, Centro de investigações e investigadores (são fontes específicas);
* Organismos internacionais, congressos, embaixadas, empresas (são fontes circunstanciais);
* Livros e revistas (são fontes documentais);
*Bibliotecas e base de dados (são fontes documentais).
É importante dizer que as fontes estão sofrendo transformações radicais com advento das novas tecnologias principalmente com as redes de computador. Pois, as informações são depositadas em sites, permitindo que o jornalista selecione com exatidão e rapidez a informação que necessita. A internet também facilitou o acesso dos jornalistas às enciclopédias e dicionários em várias línguas. Entretanto, a expansão da informática traz benefícios e malefícios no que se refere a veracidade das informações.


Capítulo 12


No presente capítulo Manuel Calvo Hernando descreve algumas características do rádio como meio de divulgação científica. Segundo o autor uma das principais vantagens do rádio em relação aos demais meios de comunicação é que este pode ser ouvido a qualquer hora e em qualquer lugar, não necessitando da atenção que a televisão exige. O escritor também ressaltou a importância de o jornalista ter formação e uma especialização na área científica. Pois o mundo exige profissionais capacitados para entender os problemas que afetam a sociedade.


Resenha: Wéllida Resende

domingo, 6 de novembro de 2011