Espaço dos alunos de Jornalismo Científico da Faculdade Anhanguera de Brasília. Divulgar a experiência dos estudantes em descrever o universo científico de forma atraente, atual, e com muita criatividade é a meta!Existem centenas de pesquisas sendo realizadas do nosso lado, financiadas com recurso público e que devem ser divulgadas – e a universidade é espaço privilegiado para esse exercício!Seja bem-vindo e divirta-se com os Focas na Ciência!
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Estudantes apresentam trabalhos em Congresso de Iniciação Científica da UnB
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
O Brasil dos idosos de 2030
A estudante da Universidade de Brasília Silvana Alves realizou uma pesquisa na área de saúde para os idosos, que até o ano de 2030 o numero de idosos será maior do que os dos jovens é para que estes idosos tenha uma melhor qualidade de vida o Sistema Único de Saúde (SUS).
Atualmente as condições dos idosos, são precárias. A maioria dos asilos são sujos e desorganizados, sem contar os idosos que apanham e passam fome dentro do local.
Em 2030 isso mudaria para melhor ou para pior?
Quem cuidará de nós em 2030? Se nem os idosos de hoje tem realmente quem cuide deles! Isso quer dizer: se fizermos algo para mudar isso hoje, não teremos problemas amanhã, pois nós seremos os idosos em 2030.
Porém a pesquisa avaliação de qualidade de serviços no SUS às pessoas idosas para assim melhorar a qualidade destes usuários para então desenvolver um sistema de saúde melhor.
Uma boa opção é a criação do modelo de prática onde existe uma interação de serviço e cuidado que até 2030 tenha capacidade de contribuir para o processo de transformação de uma vida saudável.
Novos talentos na ciência

O 8º Congresso de Iniciação Científica aconteceu na semana passada, na UnB, e contou com a apresentação de mais de mil projetos de estudantes de graduação
Na última semana a Universidade de Brasília (UnB) foi palco para novos talentos na ciência apresentarem seus projetos de pesquisa. O 8º Congresso de Iniciação Científica do DF com o tema “A arte de fazer pesquisa e produzir conhecimento no século XXI”, deu a oportunidade para 1.442 estudantes apresentarem seus projetos em painéis distribuídos nos corredores do Instituto Central de Ciências - ICC Sul (Minhocão). O congresso aconteceu do dia 12 ao dia 15 de setembro. Cada dia foi destinado a uma área do conhecimento: na terça-feira (13), foram apresentados trabalhos de Ciências Humanas; na quarta-feira (14), trabalhos em Ciências da Saúde; e na quinta-feira (15), trabalhos sobre Ciências Exatas. Os autores foram estudantes que antes de concluírem a graduação decidiram entrar no mundo da pesquisa científica.
Alguns estudantes consideram a pesquisa de grande valia para a futura profissão, pois vai ajudar bastante mais à frente. Este é o caso de Camila Medeiros, que está no 7º semestre de Ciências Biológicas e pretende ser perita criminal. “Quase todo mundo que estuda comigo ou faz o mesmo curso que eu que ser perito, então, vi na pesquisa a chance de sair na frente em busca do meu objetivo”, afirma. A estudante pretende se especializar no estudo forense da botânica, que segundo ela, estuda como o conhecimento a respeito de plantas e vegetais pode ajudar na solução de crimes. “Por meio das espécies é possível desvendar detalhes importantes, como o local em que o crime aconteceu”. Atualmente, Camila pesquisa em seu projeto de iniciação científica as relações de parentesco evolutivo entre espécies de musgo. “Começar cedo é importante porque a gente já sai da graduação com material publicado. Além disso, o conhecimento que a gente adquire com a pesquisa é fantástico”, ressalta.
O que moveu Gustavo Teixeira para a pesquisa foi um impulso humanitário. “O meu estudo aborda as condições de vida de refugiados palestinos”, conta o aluno do 8º semestre de Relações Internacionais. De acordo com ele é um campo pouco pesquisado, mesmo sendo tão retratado pela mídia. “Decidi fazer a pesquisa nessa área porque fico indignado com o que acontece com o povo de lá e também com estrangeiros”, explica. Gustavo já identificou na pesquisa sérias violações dos direitos humanos e do direito internacional humanitário. O aluno pretende continuar a desenvolver pesquisas na área e pensa até em fazer outra graduação. “É preciso construir um sistema de direitos que garanta dignidade a esses povos. Acho que depois que me formar em Relações Internacionais irei estudar Direito, porque assim vou entender mais ainda sobre o assunto”, finaliza.
Para a aluna de Medicina, Lavínia Bosanetto, por outro lado, pesquisar é um dever. “Um bom médico precisa passar pela pesquisa e estar ligado nas novidades da ciência, assim vai saber lidar melhor com seu trabalho”, afirma a estudante, que está no 7º semestre do curso. Para ela o contato com a iniciação científica é um diferencial para qualquer aluno de graduação, principalmente para quem estuda Medicina.
Os estudantes tiveram a oportunidade de conhecer a experiência de colegas, também jovens, que tiveram seus projetos reconhecidos em âmbito nacional. Jessie Pereira, Ricardo Salviano e Pedro Witchs, ganhadores do 8º Prêmio Destaque do Ano na Iniciação Científica de 2010 do CNPq, falaram sobre as pesquisas premiadas. O reitor da UnB, José Geraldo de Sousa Júnior, destacou durante a cerimônia a importância resgatar a arte como parte da produção científica. A cerimônia contou também com a presença do reitor da Universidade Católica de Brasília (UCB), Cícero Gontijo, e da representante de pesquisa do Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), Dirce Mendes da Fonseca, ambas instituições parceiras da UnB na realização do congresso.
Fernando Pinto - Jornalismo 6ª Sem / Noturno
Jurana Lopes - Jornalismo 6ª Sem / Noturno
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Promovendo a cultura científica
Ao longo do semestre, os alunos vem se aproximando do universo científico e suas peculiaridades, e vão produzir muito material jornalístico de qualidade, a partir da investigação científica que acontece nos laboratórios e centros de pesquisa do DF.
Todos são convidados a, ao invés de imprimir os textos jornalísticos produzidos e entregar à docente, postar neste espaço a sua tentativa de descrever o universo científico de forma atraente, atual, próxima de seu público, e com muita, mas muita criatividade!
Existem centenas de pesquisas sendo realizadas do nosso lado, mas ainda falta sensibilidade dos profissionais brasileiros e também dos cientistas para investir nessa divulgação. E a universidade é espaço propício para que este exercício seja estimulado!
Divirtam-se, focas na ciência!